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SUPPLY
CHAIN É PASSADO... SUPPLY NETWORKS É O FUTURO
Indice
O Marketing de
Produtos & Serviços precisa constantemente de melhorias
nos processos de entrega, para que o cliente realmente possa perceber
os benefícios desejados. Este artigo mostra a evolução
natural do Supply Chain Management para o Supply Networks Management.
Sumário
Executivo
Enquanto muitas
empresas estão compreendendo a importância e o impacto
do Supply Chain Management em seus negócios, outras poucas
iniciativas empresariais estão avançando na estruturação
do seu Supply Networks Management, construindo o futuro dos serviços
prestados aos seus Clientes.
Indicadores do
Nível de Serviço Logístico ao Cliente são
as medidas que mostram a eficácia da nossa Supply Chain, que
necessariamente precisa migrar para o Supply Netwoks por exigência
do mercado.
As empresas que
já perceberam isto, tem muito trabalho pela frente !
Introdução
Quando estamos
falando de qualidade dos serviços prestados aos nossos clientes,
sempre vem à nossa mente a qualidade dos nossos produtos, nossos
preços, nossos prazos de entregas e algo mais.
Quando falamos
com os nossos clientes e perguntamos como está sua satisfação
em trabalhar com nossa empresa, freqüêntemente temos surpresas
desagradáveis.
Descobrimos problemas
subjetivos, pessoais, e muitas vezes, indecifráveis:
Não
gosto de trabalhar com vocês por causa de fulano !
Não tenho a atenção devida, o jeito de
vocês trabalharem é muito complicado !
Acho o concorrente de vocês mais facil de negociar !
Quando o nosso produto que foi entregue apresenta defeitos, temos
especialistas em qualidade de processo, estatísticas de controle
de qualidade, e toda a matemática de gráficos e controles
provando que o cliente está reclamando de apenas 0,1% do lote
!
Que desaforo
do cliente ! Só ele deu azar de perceber o lote com defeito...
Este cliente só reclama ! Queria ver se ele ficasse sem
a mercadoria...
Ele está bravo por esperar na fila ! Quem ele pensa que
é ?...
E assim vamos,
achando que existe exagero dos nossos clientes... Claro que o produto
tem que estar 100%, mas, temos outras variáveis que precisam
ser trabalhadas...
Indicadores de Qualidade do Processo de Entrega de Bens & Serviços
Um maneira
de não sermos surpreendidos pelos nossos clientes é
estarmos constantemente monitorando os nossos clientes atuais e os
não-clientes ( Peter Drucker )
Medidas Qualitativas e Quantitativas devem ser periodicamente atualizadas
para avaliarmos nossa performance no mercado. Segue alguns exemplos:
Medidas Qualitativas:
a) pesquisas de
opinião
b) conversas com a equipe de vendas, fornecedores, etc
c) intuição empresarial
d) tendências de feiras internacionais
Medidas Quantitativas:
a) estatísticas
de controle e tendências
b) indicadores setoriais internacionais
Monitorando o mercado, podemos ter a medida exata da eficácia
de nosso processo de entrega, ou se quizer falar em inglês,
do nosso Supply Chain Management.
Um exemplo de
pesquisa de opinião que pode ser feita, é a Tabela de
Serviços, a seguir:
INDICADORES
= Valores de 1 ( muito ruim ) até 4 ( muito bom )
|
Dimensão
de Qualidade do processo de entrega
|
Desejo
do Cliente
|
Nosso
Concorrente
( visão do cliente)
|
Nossa
Empresa
( visão do cliente )
|
Prazos
|
3
|
3
|
2
|
Acessibilidade
|
3
|
3
|
4
|
Velocidade
|
3
|
3
|
2
|
Competência
|
4
|
2
|
4
|
Flexibilidade
|
2
|
3
|
4
|
Ambiente
|
3
|
3
|
3
|
Credibilidade
|
4
|
4
|
4
|
Consistência
|
4
|
4
|
4
|
Observem que temos
facilmente a Visão das Oportunidades:
a) nossos prazos
(confiabilidade de informações
Observem que temos
facilmente a Visão das Oportunidades:
a) nossos prazos
(confiabilidade de informações ) e a velocidade
( lead time de entregas) são os principais gaps
para serem melhorados;
b) temos flexibilidade,
um serviço acima da expectativa do cliente, podendo ser um
item de manobras para a redução ou trade-off ( troca
compensatória ) de nossos custos.
Dimensões
de Qualidade do Processo de Entrega de Bens & Serviços
Podemos criar
quantas dimensões de qualidade de entrega quisermos,
para avaliarmos a eficácia do nosso processo de entrega. (
Supply Chain Management )
Seguindo o exemplo
anterior da Tabela de Serviços, temos as dimensões:
Prazos
Acessibilidade
Velocidade
Competência
Flexibilidade
Ambiente
Credibilidade
Consistência
Na era da Internet,
temos novas e outras dimensões de qualidade de entrega:
Navegabilidade
no Site
Privacidade do Internauta
Conteúdo da Informação
Design do Site ( Cores, Formas, etc )
Funcionalidades de Operação do Site
Segurança da Transação Comercial
Meios de Pagamentos disponíveis
Garantias Comerciais
Tipos de Embalagens de entrega
Processo de Devolução
Tracking de Status dos Pedidos
Buscas Personalizadas
Contact Center ( 0800, e-mail, fones, chats, etc )
Nesta fase alguém
pode estar perguntando: Todos estes indicadores fazem parte
do processo de entrega ? ( A Internet deu sua contribuição
para a reflexão sobre novos indicadores de qualidade de entrega,
principalmente indicadores intangíveis )
A resposta é
fácil de ser encontrada.
Temos que nos
questionar: Se um destes indicadores for nulo, ou muito ruim,
o cliente vai reclamar ou até não comprar mais ?
Se a resposta
for SIM, faz parte do processo de entrega. Veja que não estamos
falando de preços. Não estamos falando de
marcas. Não estamos falando de produtos ( o produto
pode ser um excelente notebook num site de E-commerce ). Estamos
falando de serviços !
Da
Supply Chain para a Supply Networks
a) Supply Chain
Management
O conceito de
Supply Chain Management é traduzido como Gerenciamento da Cadeia
Logística, ou seja, uma sequência de eventos bem integrados
e sincronizados, que reduzem os custos e tempos das entregas,
bem como agregam serviços aos clientes !
A própria
tradução de Supply Chain Management nos diz que a empresa
deve funcionar, simplificadamente, como o modelo abaixo:
Onde destacamos
os principais Elos da Cadeia Logística:
Fornecedores
= Todos os Bens & Serviços necessários à
nossa empresa
Compras = Setor de Suprimentos, próprio e/ou terceirizado
Produção = Produção de Bens & Serviços
Estoques = Estoques de Materiais Virgem, em Processo e Acabado,
na empresa ou em poder de terceiros, em Centros de Distribuição,
Hubs Logísticos, Atacadistas e Operadores Logísticos
( Transportadoras, Couriers, Intermediários,etc )
Canais de Vendas = Canais onde o cliente inicializa / finaliza a
transação comercial
Canais de Distribuição = Canais onde o cliente recebe
/ retira o Bem & Serviço
Muitas vezes,
os Canais de Vendas e Distribuição são um só
elo, por ex. um Supermercado.
O movimento dos Bens & Serviços entre os Elos da Cadeia
Logística são feitos pelos Modais (meios de transportes)
disponíveis:
Rodoviário
( Caminhões, Vans, Motos, Bicicletas, etc)
Ferroviário ( Trens, etc )
Fluvial ( Barcos no rio, etc )
Aéreo ( Aviões, Helicópteros, etc )
Marítimo ( Navios no oceano, etc )
Tubular ( Tubulação, Fios Elétricos, etc )
Eletrônico ( Internet, Telecomunicações, etc
)
Intermodal ( combinação dos modais anteriores )
Percebam que o
cliente pode comprar um livro pela Internet ( Canal de Venda ) e receber
em sua casa ( Canal de Distribuição ), usando o serviço
dos Correios ( Modal Rodoviário ).
Se o cliente comprar um artigo sobre business, na Internet, e, fizer
um download, a Internet é ao mesmo tempo Canal de Vendas e
Distribuição, e, o Modal é Eletrônico.
b) Considerações
A grande maioria
dos produtos existentes estão virando commodities. Podemos
obtê-los a um custo baixo e temos várias opções
de fornecedores globais.
As demandas pelos
serviços tem aumentado muito nestes últimos anos. Os
clientes querem cada vez mais novidades de serviços agregados
aos produtos que compram.
Os produtos inovadores
tem vida curta por serem rapidamente copiados pelos nossos concorrentes.
Fica difícil inovar num mundo globalizado e altamente competitivo.
Os preços
são relevantes, mas, também existe mercado para produtos
e serviços premium, inovadores, com uma marca que os clientes
confiam.
A velocidade das informações, com o avanço das
Tecnologias de Telecomunicações, Hardware e Software,
está nos levando a uma nova maneira de pensar nos negócios,
por ex:
|
Características
do Negócio
|
Final
do Século 20
|
Início
do Século 21
|
|
Marcas
|
Muito
Importante
|
Muito
Importante
|
|
Pessoas
da sua Empresa
|
Importante
|
Vital
|
| Custos
|
Baixos |
Adequados |
| Inovação
|
Muito
Importante |
Vital |
| Tecnologias
( Produção, Produtos e Processos) |
Vital |
Muito
Importante |
| Tecnologias
( Informações e Comunicações ) |
Vital |
Vital |
| Processo
de Entrega |
Importante |
Vital |
| Sistemas
de Gestão |
Importante |
Vital |
| Velocidade
nos Negócios |
Muito
Importante |
Vital |
| Comportamento
do Cliente |
Vital |
Vital |
| Fornecedores
|
Parceiros |
Parceiros |
| Concorrência
|
Cruel |
Parceiros |
| Clientes
|
Parcialmente
Leais |
Parceiros |
| Capital(
$ ) & Fluxo de Caixa |
Vital |
Vital |
Se pudessemos
traduzir as tendências observadas na tabela anterior, poderíamos
resumir que as empresas no início do século 21 tem que
ter os seguintes princípios:
Adaptabilidade
Velocidade
Inovação
|
AGREGAM VALOR
NA PERCEPÇÃO DO CLIENTE! |
Conseguimos isto,
por meio de Pessoas Motivadas com um modelo de Gestão Empresarial
eficaz, trabalhando em parcerias com seus clientes, concorrentes e
fornecedores.
As tecnologias
de produto, processo e produção são muito importantes,
mas não determinantes, pois, exigem investimentos consideráveis
e são ativos que são deterioráveis num curto
espaço de tempo.
As tecnologias
de informação e comunicações são
vitais, para atender a velocidade de dados empresariais e as distâncias
geográficas crescentes entre as empresas e mercados.
As marcas não
garantem a fidelidade dos clientes por muito tempo, pois, mesmo satisfeito,
o cliente quer descobrir e testar novidades no mercado, trocando de
marca as vezes por puro desejo de exercer seu poder de decisão.
c) Supply Networks
Management
Precisamos de um novo modelo de negócios que suporte os princípios
anteriores.
A própria
tradução de Supply Networks Management , Gerenciamento
da Rede Logística, nos diz que a empresa deve funcionar, simplificadamente,
como o modelo abaixo:
Descrição
do Modelo Supply Networks Management:
a) No modelo
novo, temos Redes Logísticas que agregam valor aos clientes.
Tudo pode ser terceirizado ou não, menos a rede. A Rede Logística
é o seu negócio, só que ela é virtual.
Temos os Elos da Rede Logística, mas não temos os
processos em sequência. Temos uma Rede Logística processando
todas as informações ao mesmo tempo. Esta é
a complexidade e o principal desafio gerencial do modelo;
b) Todas as
pessoas, que agregam valor aos clientes, sabem de todas
as etapas empresariais, desde os processos de prospecção
de novos clientes, desenvolvimento de produtos & serviços,
compras, produção e distribuição, até
o processo de pós-vendas, independente de onde estão,
outros países, outras empresas, etc;
c) As informações
estratégicas e operacionais são compartilhadas
sem restrições de acesso e confidencialidade. Os sistemas
de informações são integrados, os bancos de
dados compartilhados e as informações são disseminadas
real time para toda a Rede Logística. Nesta fase,
a Internet tem fator decisivo na capilaridade das Redes Logísticas,
integrando clientes, fornecedores, concorrentes e produtores;
d) A informação
segue seu fluxo em tempo real e o movimento de bens & serviços
é subordinado ao fluxo de informações,
sendo otimizado o tempo todo. Um exemplo é uma empresa
de distribuição de mercadorias em várias regiões
do Brasil, que recebe um pedido de entrega na região de Salvador.
O sistema Supply Netwoks, ou Rede Logística, procura o centro
de distribuição e/ou atacadista parceiro mais adequado
em termos de estoques, custos e tempos de entrega, efetua o movimento
da mercadoria ao cliente, otimizando o modal ( transporte ) de entrega
e pesquisando o parcerio ( transportadora ) mais adequado no momento.
Todas as pessoas envolvidas na Rede Logística sabem o que
está acontecendo e gerenciam suas partes simultaneamente.
e) Os empresários
devem dar ênfase na construção das Redes
Logísticas visando a melhoria dos processos vitais do seu
negócio, priorizando a adaptabilidade e velocidade
dos produtos & serviços entregues aos clientes;
f) Os investimentos
em recursos/ativos devem ser cuidadosamente estudados, mantendo-se
o princípio de adaptabilidade a médio/curto
prazo, devido a depreciação ( deteriorização
/ envelhecimento tecnológico) dos mesmos;
g) Os estoques
e recursos/ativos nas Redes Logísticas devem ser compartilhados,
sendo redistribuídos com velocidade nos Elos da Rede Logística,
para o ganho operacional do todo ( otimização de custos
) e entregas adequadas aos clientes;
h) Os empresários
devem priorizar o desenvolvimento de um ambiente empresarial
que deve ser projetado para propiciar o máximo de criação
de idéias, facilitando o processo de inovação
dos produtos & serviços;
i) A preparação
de executivos tem que focar:
- na compreensão
dos desejos e necessidades dos clientes
- na inovação
de produdos & serviços
- no entendimento
estratégico do negócio
- na construção
e compreensão das Redes Logísticas
- no trabalho
em equipe e administração de conflitos
- na especialidade
de cada pessoa dentro das Redes Logísticas
- nas habilidades
de negociação e visão holística da
empresa
- na compreensão
de suas intuições ligadas ao negócio
- na administração
do fluxo de caixa e remuneração dos ativos
- na saúde
e qualidade de vida individual e familiar
j) Os fornecedores
e concorrentes devem ser vistos como parceiros dos seus
negócios, fazendo parte da Rede Logística construída
para atender aos seus clientes;
k) A excelente
administração dos Recursos/ativos e o Fluxo de Caixa,
deve ser um aprioridade , pois, proporciona aos acionistas, um retorno
do investimento substancialmente interessante para a continuidade
da empresa;
l) A comunidade
envolvida no relacionamento com a empresa ( Cidades envolvidas,
Sindicatos, Famílias das pessoas que trabalham na empresa,
Parceiros do negócio, etc ) deve sentir orgulho em manter
a continuidade do negócio pelo serviço excelente
oferecido aos clientes.
m) Comparando
os princípios com a empresa no final do século 20:
|
Princípios
|
Empresa
Século 20
( Supply Chain )
|
Empresa
Século 21
( Supply Networks )
|
|
Adaptabilidade
|
Mais
focada em fazer valer seus recursos/ativos, muitas vezes impondo
seus produtos & serviços ao mercado.
|
Mais
focada em se adaptar rapidamente ao novo mercado que se transforma
com frequência.
|
|
Velocidade
|
Veloz,
porém reativa ao mercado, na maioria dos casos.
|
Veloz,
proativa na direção do mercado, antecipando mudanças.
|
| Inovação |
Produtos
& Serviços são desenvolvidos com enorme energia
de capital ( $ ) e pesquisas da própria empresa. Laboratórios
de P&D centralizados |
Produtos
& Serviços são desenvolvidos naturalmente por
toda a organização por meio de ambiente próprio
para a geração de idéias. A energia vem das
idéias e não somente do capital ( $) investido.
Laboratórios de P&D não centralizados, estratégicamente
distribuídos e compartilhados em parcerias nas redes logísticas.
|
Exemplos
de empresas migrando para o Modelo Supply Networks Management
a) Empresas de
Aviação
b) Empresas de Internet
c) Intituições Financeiras
d) Escolas de Negócios
e) Empresas Multinacionais Industriais
f) Consultorias
g) Grandes Hospitais
h) Empresas de alta Tecnologia
Sem citar especificamente
uma delas, sabemos que estas empresas estão pensando globalmente,
sabem das mudanças rápidas dos mercados, estão
se estruturando para serem adaptáveis e velozes, estão
compartilhando seus ativos e informações, procuram inovar
nos seus produtos & serviços e conseguem melhorar sua reputação
( marca ) já consolidada, pois, compreendem que o cliente é
mutável.
Próximos
Passos...
A migração
de Supply Chain Management para o Supply Networks Management é
algo natural e de certa forma previsível. Basta observar os
acontecimentos.
As empresas se
organizaram no passado em volta das suas funções principais,
otimizaram suas partes e descobriram que precisavam otimizar o todo.
Apareceram os
processos empresariais que agregavam valor aos seus clientes e os
processos de apoio. Otimizaram esta etapa também.
Com o desenvolvimento
da TI - Tecnologia de Informação, sistemas ERPs ( Enterprise
Resource Planning ) evoluindo para os sistemas EAI ( Enterprise Application
Integration ) de integração empresarial, integraram
e otimizaram os seus processos.
Passado mais algum
tempo, surgiram os sistemas de CRM ( Customer Relationship Management
) para compreender melhor os clientes, sistemas de E-Procurement (
Sistemas de Compras pela Internet ) para gerenciar melhor o ciclo
completo de compras, e, sistemas de BI ( Business Intelligence ) para
análise dos negócios como um todo, otimizando ainda
mais as empresas que utilizam estas ferramentas de TI.
Hoje estamos nos
sistemas CPFR ( Collaborative Planning, Forecast and Replenishment
), integrando toda a cadeia logística das empresas ( inclusive
clientes e fornecedores ) para frente e para trás da
cadeia logística, visando sempre adequação
dos custos e, principalmente, excelentes serviços aos clientes.
O Supply Chain
Management nasceu durante a segunda guerra mundial. Ele trabalhava
desde esta época, não otimizado e disfarçado
com outros nomes. Ele cresceu e está crescendo, ficando adulto
com o nome de Supply Networks Management.
Sua energia
vital está baseada em 3 pilares de sustentação:
a) Constante
Inovação Humana
b) Necessidades de atender os clientes e melhorar a sua qualidade
de vida
c) Melhorias nas Tecnologias de Informação e Comunicações
As Redes Logísticas
estão se formando. O Supply Networks Management é o
futuro que chegará em todas as empresas mais cedo ou mais tarde.
Elaborado por:
Luís
Fernando Almeida
Coordenador de Logística Empresarial dos MBAs do ITA e ESPM
E-mail: LFA@LFA.COM.BR
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